segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Guia jurídico do diretor escolar


As leis e normas que os diretores têm a responsabilidade de conhecer, aplicar e garantir que sejam cumpridas

Quando o assunto são normas educacionais, os desafios dos diretores começam desde o primeiro instante em que entram na escola. Ao assumir o cargo, já é preciso conhecer os estatutos estaduais e municipais, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o Plano Nacional de Educação, o Plano de Desenvolvimento da Educação, o Estatuto da Criança e do Adolescente e alguns capítulos da Constituição Federal. A tarefa não é simples e, ao ler cada artigo e parágrafo, há que se ter em mente que a finalidade de todos é uma só: garantir que os alunos aprendam.

Para atingir esse objetivo e estar sempre dentro da lei, o bom gestor deve, segundo Maria do Pilar Lacerda, secretária da Educação Básica do Ministério da Educação, seguir cinco princípios fundamentais: "Quem age com transparência, publicidade, moralidade, impessoalidade e economicidade age com ética". Com um exemplo simples, a compra de papel para a escola, dá para entender o que ela quer dizer. Toda a comunidade deve saber da aquisição do material (transparência) e, para isso, o diretor precisa avisar todos (publicidade). Não se pode comprar de um parente (impessoalidade, moralidade) e deve-se procurar sempre a melhor relação custo/benefício (economicidade).

"A garantia do ensino é um processo que envolve toda a instituição. À frente dele está o gestor, que precisa se questionar continuamente sobre a maneira como lê as normas municipais, estaduais e federais e sobre o que ele próprio está fazendo para que as condições de aprendizagem sejam cumpridas", diz Maria Maura Gomes Barbosa, coordenadora pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac) e formadora de professores e diretores.

Vale recordar que nenhum cidadão, seja ele gestor público ou não, pode descumprir a lei sob a alegação de que não a conhece. "O desconhecimento não diminui a culpa. Por isso, os diretores só podem agir em segurança se estiverem informados a respeito da legislação", esclarece Maria do Pilar. Além de pesquisar os documentos oficiais, ela sugere que os gestores procurem as secretarias de Educação locais para saber se oferecem serviço de assessoria jurídica. Outro facilitador é o investimento na gestão democrática, pois, quando o colegiado ou o conselho escolar funcionam, o diretor compartilha responsabilidades e não toma decisões importantes sozinho - tudo é votado, aprovado e documentado.

Conheça a seguir algumas das principais normas que regem o ensino no Brasil e acompanhe o comentário de especialistas.

VERBAS

LEI DE DIRETRIZES E BASES
Título VIII - Dos recursos financeiros

Os destinos possíveis para os recursos da Educação estão listados no artigo 70. Alguns deles são: aquisição, manutenção, construção e conservação de instalações e equipamentos necessários ao ensino; uso e manutenção de bens e serviços vinculados ao ensino; aquisição de material didático; e manutenção de programas de transporte escolar. Em seguida, no artigo 71, vêm despesas que não podem ser pagas com esses recursos, como programas suplementares de alimentação, assistência médicoodontológica, farmacêutica e psicológica, e outras formas de assistência social.

"Nesses artigos", explica Maria do Pilar, "há o que se pode ou não fazer com o dinheiro da Educação. Fica claro que não se pode gastar com saúde, comprando óculos para as crianças, por exemplo." Com esses dados, é necessário sempre avaliar as prioridades e pensar naquilo que efetivamente melhora as condições de aprendizagem.

O artigo 2 da resolução que dispõe sobre o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) também lista os destinos possíveis para a verba oriunda desse programa, como manutenção, conservação e pequenos reparos da unidade; implementação de projeto pedagógico; e funcionamento da escola nos fins de semana.

CARREIRA 

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
Capítulo I - Artigo 2º
"A participação da União no Compromisso será pautada pela realização direta, quando couber, ou, nos demais casos, pelo incentivo e apoio à implementação, por municípios, Distrito Federal, estados e respectivos sistemas de ensino, das seguintes diretrizes: XIII - implantar plano de carreira, cargos e salários para os profissionais da Educação."

O plano de carreira é elaborado pelas redes municipais e estaduais. "É dever do diretor legitimar o projeto da secretaria e fazer com que ele seja cumprido em sua escola", diz Maria Maura. É seguindo o estatuto de sua região que o gestor deve avaliar contratações, vagas em concursos, planejamento coletivo e formação continuada. Também é preciso cuidado em relação às faltas dos profissionais que trabalham na escola. "Acontece de um professor faltar e o diretor se questionar se deve cortar o ponto ou não. Às vezes, ele conhece a história do professor, sabe que tem um parente doente e resolve não cortar. Mas se não o conhecesse? Seria, então, válido dar falta? E, ao encobri-la, o gestor está ajudando na educação das crianças? É preciso pensar sobre isso", diz Maria do Pilar. A secretária de Educação Básica do MEC orienta o diretor a não esquecer, diante de dilemas como esse, que é um gestor público - assim como prefeitos, governadores e administradores - e deve agir com o compromisso ético

JORNADA 

LEI DE DIRETRIZES E BASES
Título V - Capítulo II
Seção I: Das disposições gerais
"Artigo 24. A Educação Básica, nos níveis Fundamental e Médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: I - a carga horária mínima anual será de 800 horas, distribuídas por um mínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver."

A escola é um espaço de direito, ou seja, um lugar onde há diversas pessoas exercendo seus direitos - em especial, as crianças e os adolescentes. É nisso que se deve pensar ao fazer o calendário anual. "Suponhamos que a escola abra no sábado para um evento e que esse dia seja contado como dia letivo. A criança que não pode comparecer sai prejudicada. O diretor deve indagar-se: 'Isso está correto?', 'Isso contribui para a aprendizagem?' , ou seja, ele deve prestar atenção e, se preciso, fazer uma revisão da maneira como interpreta a leitura das normas de seu estado e município referentes à jornada de trabalho, visando sempre a garantia do ensino", diz Maria Maura.

QUALIDADE 
CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Capítulo III - Seção I Da Educação

O artigo 206 lista uma série de princípios a seguir, como igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; e garantia de padrão de qualidade (também previstos pela Lei de Diretrizes e Bases).

Esses itens estão presentes no projeto Qualidade da Educação - Garantia Constitucional, desenvolvido em 2007 pelos advogados Aloysio Meirelles de Miranda Filho e Ana Carolina Pellegrini Monteiro por encomenda da Fundação Lemann. "Há cerca de três anos, começamos uma pesquisa para checar como estão as leis federais que dizem respeito à Educação. Constatamos que o acesso está bom. O que falta é a qualidade. É preciso dar atenção aos princípios básicos da Constituição, que deixa claro que a qualidade é a prioridade", explica Ana Carolina.




Quer saber mais?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Como acontece o reflexo da tosse?









Os brônquios e a traquéia são tão sensíveis a um toque leve, que quantidades mínimas de material estranho ou substâncias que causam irritação iniciam o reflexo da tosse. Impulsos nervosos aferentes passam das vias respiratórias (principalmente pelo nervo vago) ao bulbo (medula oblonga), onde uma seqüência automática de eventos é disparada por circuitos neuronais locais, causando os seguintes efeitos:
- inspiração de até 2,5 litros de ar;
- fechamento da epiglote e das cordas vocais para aprisionar o ar no interior dos pulmões;
- contração forte dos músculos abdominais e dos músculos intercostais internos, empurrando o diafragma e provocando aumento rápido de pressão nos pulmões (de 100 mmHg ou mais);
- abertura súbita das cordas vocais e da epiglote e liberação do ar dos pulmões sob alta pressão.
Desta forma, o ar que é expelido de forma explosiva dos pulmões para o exterior se move tão rapidamente que carrega consigo qualquer material estranho que esteja presente nos brônquios e na traquéia.

Por que nossos dentes não têm a mesma forma?









Os dentes da frente servem para partir os alimentos. Eles são chatos e cortantes. Os caninos desfiam a carne. Eles são muito pontudos. Os molares são grandes e largos, servem para triturar a comida.

Como ficamos velhos?


Envelhecemos durante toda a vida! Mesmo que você não seja velho, tem mais idade que um recém-nascido. Não se pode dizer que a velhice começa em um momento preciso. A partir de certa idade, o corpo não pode mais gerar filhos e, aos poucos, vamos ficando mais frágeis.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Poluição em ambiente interno pode ser mais grave que do ar externo?

O que uma nave espacial, uma casa e uma empresa têm em comum? A resposta é a existência de várias substâncias voláteis químicas capazes de fazer com que o ar que se respira nesses ambientes seja até dez vezes mais poluído do que o ar externo. 





 Especialistas afirmam que nesses locais há uma forte concentração de elementos altamente poluentes, o que pode ser a causa de alergias e asma, entre outras patologias mais graves.
  O engenheiro ambiental Bill Wolverton, ex-pesquisador da Nasa, e autor do livro "Plants: how they contribute to human health and well-being" ("Plantas, como elas contribuem para a saúde e o bem-estar"), explica que, durante as missões da base espacial Skylab, mais de 100 tipos de substâncias poluidoras foram encontradas dentro das naves espaciais.

   Constatado o fato, cientistas e pesquisadores da Nasa mobilizaram-se para descobrir soluções para o controle do problema antes que as missões de longo prazo iniciassem. 

Filtros naturais 
  Você que nunca valorizou aquela plantinha da sua mãe que ela insistia em cuidar e que muitas vezes quase morreu seca porque na ausência dela você deixou de regar... Saiba que elas são importantes filtros naturais contra a poluição!
 
Pesquisadores identificaram várias plantas de fácil cultivo em locais com pouca luz, cujos filtros naturais são capazes de neutralizar a poluição interna.

   Muitas espécies podem ser utilizadas para esse fim, como a dracena, a samambaia e a babosa, mas as mais eficientes entre as plantas são a palmeiras areca e ráfis, de baixo custo e muito conhecidas por suas qualidades ornamentais.

   Embora essas duas espécies se destaquem, o engenheiro americano esclarece que todas as plantas são capazes de remover poluentes transportados pelo ar. E isso ocorre porque "as folhas das plantas podem absorver certas substâncias químicas orgânicas, destruindo-as por meio de um processo chamado colapso metabólico, o que foi provado por um grupo de cientistas alemães que testou o formaldeído com o carbono-14, observando sua absorção e destruição metabólica dentro do clorófito (pigmentação verde)".

  "O formaldeído é metabolizado e convertido em ácidos orgânicos, açúcares e ácidos de amido: quando as plantas transpiram vapor de água por meio de suas folhas, elas puxam o ar para as raízes. Isso nutre os micróbios com oxigênio, que consomem as substâncias químicas tóxicas contidas no ar, que lhes servem como fonte de alimento e energia", esclarece.


Vasos de água

Para melhorar a qualidade do ar em casas e escritórios, Wolverton sugere a utilização do maior número de plantas que um determinado espaço permita.

   Ele recomenda que as plantas sejam cultivadas por meio da hidrocultura (hidroponia). O princípio básico da hidrocultura ou hidroponia é muito simples e bem conhecido: quem não conhece o método de se colocar uma batata-doce num recipiente com água e esperar pelo desenvolvimento das raízes e folhagem? Pois foi a partir deste princípio simples que se desenvolveu e aperfeiçoou o sistema de hidrocultura, passando-se a utilizar fertilizantes, argila expandida ou pedregulhos e recipientes especialmente desenvolvidos para este fim.
  Este método de cultivo apresenta algumas vantagens: é um sistema de cultivo bastante limpo e simples de ser conduzido; não dá muito trabalho com transplantes, as plantas quando adequadas a este sistema desenvolvem-se bem e livres de problemas com doenças ou insetos provenientes da terra.
 
O ideal, segundo o especialista, é ter uma planta para cada 9,29 m² quando cultivadas em hidrocultura, e duas no mesmo espaço, quando se utilizam vasos de terra.

Filodendro: eficaz contra formaldeído, benzeno e monóxido de carbono.














A partir dessa descoberta, a U.S. Environmental Protection Agency (EPA - Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos), vistoriou prédios públicos como escritórios, hospitais e creches, e neles identificou mais de 900 poluentes transportados pelo ar.

   O elemento prevalecente era o formaldeído (formol). Altamente tóxico, esse composto tido como cancerígeno é utilizado em vários materiais de construção e também em móveis, vidros, espelhos, roupas e até no papel higiênico. Além desse gás, as pesquisas revelaram a presença de benzeno, xileno e tricloroetileno, (componentes de tintas, monitores, tapeçarias, fotocopiadoras e cigarros), bem como do clorofórmio (encontrado na água potável), amoníaco, álcool e acetona (carpetes e cosméticos), todos nocivos à saúde.


Dracena: eficaz contra formaldeído, xileno e tricloroetileno.

















Palmeira areca: assim como a ráfis, neutraliza a maioria dos agentes poluidores.
















Samambaia (Nephrolepis exaltata): umidifica o ar e neutraliza o formaldeído.










Como as pessoas que mais se ressentem com a poluição interna são as crianças, idosos, doentes ou indivíduos com sistemas imunológicos comprometidos, Wolverton conta que países como o Japão já estão investindo em jardins ecológicos dentro dos hospitais para melhorar a qualidade do ar para pacientes e funcionários.

"Por precaução, somente plantas cultivadas por meio da hidrocultura devem ser utilizadas nos hospitais, por causa dos fungos e bactérias indesejáveis nesses ambientes".



Espada de São Jorge: pode ser usada no quarto porque libera oxigênio à noite.



De todos os problema de saúde comuns, talvez nenhum seja tão familiar quanto o resfriado. A inflamação das vias aéreas superiores tem origem viral, mas como existem muitos tipos de rinovírus, é comum que a cada vez seja um novo que causa a infecção.

Não há vacina contra o resfriado e o tratamento se resume a lidar com os sintomas – como coriza e tosse, dores musculares, na cabeça e garganta e indisposição – que não são causados pelos vírus, mas pela reação do organismo à invasão. A infecção por rinovírus é responsável pela metade dos ataques de asma e é um fator importante em casos de bronquite, sinusite, infecções de ouvido e pneumonia.

Um grande passo para aumentar o conhecimento sobre o importante problema acaba de ser dado por pesquisadores nos Estados Unidos. 


Em artigo publicado nesta sexta-feira (13/2/2009) no site da revista Science, o grupo descreve ter completado as sequências genômicas de todas as 99 linhagens conhecidas dos vírus causadores do resfriado comum.
As sequências foram organizadas em uma espécie de árvore genealógica, que mostra como os vírus estão relacionados uns com os outros, com suas semelhanças e diferenças. Os autores apontam que o trabalho fornece uma ferramenta poderosa que poderá levar ao desenvolvimento dos primeiros tratamentos efetivos para o resfriado.

“Até hoje não temos tido sucesso no desenvolvimento de drogas eficientes para curar o resfriado comum, que talvez se deva à falta de informações a respeito da composição genética de todas as linhagens”, disse Stephen Liggett, professor da Escola de Medicina e diretor do Programa de Genômica Cardiopulmonar da Universidade de Maryland, principal autor do estudo.
“Geralmente pensamos em resfriados como um mero inconveniente, mas eles podem ser debilitantes em crianças pequenas ou em idosos. Também podem levar a ataques de asma em qualquer idade. Além disso, estudos recentes indicam que infecções por rinovírus em crianças pequenas podem programar seus sistemas imunológicos a desenvolver asma na adolescência”, disse Liggett.

Os cientistas verificaram que os rinovírus humanos estão organizados em 15 pequenos grupos herdados de ancestrais distantes. A descoberta desses múltiplos grupos explica por que a abordagem de “um remédio para todos os resfriados” não funciona.

Também observaram que os vírus pulam uma etapa na hora de produzir proteínas, um atalho que provavelmente aumenta a velocidade do microrganismo em fazer com que a pessoa sinta os sintomas logo após a infecção.
“Essa é uma nova percepção, que não seria possível sem ter sido revelada por meio da análise genômica.
Informações resultantes dessa descoberta poderão representar uma abordagem completamente diferente em termos de terapia”, disse Claire Fraser-Liggett, diretora do Instituto de Ciências Genômicas da Universidade de Maryland, outra autora do estudo.
O estudo apontou que alguns dos rinovírus humanos resultam da troca de material genético entre duas linhagens distintas do vírus que infectam o mesmo indivíduo. Não se achava que tal recombinação fosse possível em rinovírus humanos. Durante os meses mais frios, quando muitas linhagens de vírus causam infecções, a recombinação pode produzir rapidamente novas linhagens.

Múltiplas mutações (cerca de 800) se mostraram evidentes em amostras de vírus obtidas pelos pesquisadores de pacientes com resfriado, em comparação com linhagens de referência de rinovírus mais velhos. Alguns vírus se modificam por meio de pequenas alterações em certas proteínas de modo a evitar que sejam destruídos por anticorpos do sistema imunológico humano. “Mutações foram encontradas em cada área do genoma”, disse Claire.

“Os dados acumulados dessas sequências genômicas completas dão uma oportunidade de reconsiderar vacinas [contra resfriado] como uma possibilidade, especialmente à medida que reunimos amostras de muitos pacientes e sequenciamos os genomas inteiros, de modo a verificar com que frequência eles experimentam mutações durante os meses mais frios”, disse Stephen Liggett. Essa continuação do estudo agora publicado já está em andamento.

O artigo Sequencing and analyses of all known human rhinovirus genomes reveals structure and evolution, de Stephen Liggett e outros, pode ser lido por assinantes da Science em (http://www.sciencemag.org).

O que é onicofagia?



onicofagia é o singular de hábito de roer unhas, é um dos hábitos mais comuns em que vemos em, crianças, jovens e adultos.
O hábito e a necessidade de roer ou até mesmo de comer as unhas, está ligado a um estado de psico-emocional de ansiedade ou seja, considerado como reflexo de desajustes emocionais.
incidência diminui após os 16 anos de idade. Portanto, considerado normal entre as idades de 4 a 18 anos, devido a sua alta prevalência nesta faixa etária.
A causa do hábito ainda não se sabe. Porém, pessoas que roem unhas têm mais ansiedade do que aqueles que não têm a onicofagia, nenhuma diferença significativa em relacionar a onicofagia As conseqüências

O hábito de roer unhas pode provocar sérios problemas. Roer as unhas produz ferimentos que servem de porta de entrada para vírus como o HPV, causador de verrugas na pele.
Quem engole pedaços de unhas pode ter pequenas lesões no estômago ou no intestino. Um outro fator é, as mãos podem estar sujas e a pessoa acaba ingerindo germes.
Tratamento

De modo geral, a onicofagia não é um caso de se preocupar e, se não estimulado, com o tempo desaparece. Embora, se estiver associado a outros problemas, o quadro é mais complexo e precisará de ajuda especializada.
Veja alguns exemplos que ajudará a controlar a onicofagia:
  • Manter as unhas bem cortadas, evitando que as pontas mal aparadas sirvam de tentação para os roedores.
  • Mordedor de borrachas (Principalmente quando está assistindo filme, jogos, novelas, ect.)
  • Chicletes sem açúcar
  • Ocupar as mãos do indivíduo com atividades (trabalhos manuais ou instrumentos).
  • Sabe qual é o significado da palavra Onicofagia? Calma, é apenas o nome dado há quem tem o hábito diário de roer unhas. Que por mais simples que pareça podem trazer tanto problemas estéticos, como outros problemas á saúde.
  • Geralmente a causa pela Onicofagia é por causa de estresse, ansiedade, ou até mesmo por uma mania. Mas que precisa parar de acontecer. No começo você nem percebe, mas vai criando um hábito que pode afetar seu organismo, dentes entre outras coisas.
  • A melhor coisa a fazer é procurar um médico, pois há vários tipos de tratamentos, seja a base de medicamentos ou então de terapias. E em um pouco tempo começa a desaparecer. Lembre-se que esse é um problema freqüente independentemente da idade, mas tenha precaução.
 ansiedade. Outros citam a tendência familiar devido, provavelmente, ao ato de imitação.

Segura que lá vem enchente!


Enchente não é sempre aquele desastre que você já deve ter visto na TV: cidades inundadas, pessoas e animais ilhados, gente que perde a casa com tudo dentro.
As enchentes são fenômenos naturais que acontecem em todos os rios.
Na época das chuvas - que ocorre geralmente durante o verão, no sul do Brasil, e durante o inverno, na região norte - os rios enchem e alagam as terras em redor, chamadas áreas naturais de inundação. Isso é bom, porque a água deixa a terra mais fértil para o plantio. Mas a ação do homem mudou o curso natural das coisas...
Antigamente, antes de as cidades se formarem, a água entrava toda na terra. Quando o homem começou a tirar a vegetação e construir casas nas margens dos rios, as enchentes viraram um problemão. Sem as raízes das árvores, que funcionam como esponjas que seguram a água no solo, o volume de água que volta para os rios aumenta muito, e o risco de acontecer uma enchente "desastrosa" aumenta junto.
As coisas pioraram nas cidades, porque os prédios, casas e o asfalto que recobre as ruas tapam o caminho da água até a terra, a chamada "impermeabilização do solo".
O lixo jogado nas ruas também contribui para os alagamentos, porque entope os bueiros e faz os córregos transbordarem.
Quando isso acontece, as pessoas correm maior risco de pegar doenças, já que as águas sobem e carregam esses detritos para ruas e casas, junto com urina de ratos (que provoca uma doença grave chamada leptospirose). Nessas águas estão também os esgotos não canalizados, que em muitas cidades do Brasil são despejados a céu aberto nos córregos, sem nenhum tratamento.

Uma noz na cabeça?




O que é, o que é: está dentro da sua cabeça, é enrugado e dividido como uma noz gigante, e ajuda você a pensar e a fazer tudo?

É ele: o cérebro! O principal órgão do sistema nervoso, que controla o corpo inteirinho! Ele é o responsável por todas as ações voluntárias e involuntárias do nosso corpo.
As ações voluntárias são aquelas que a gente faz por vontade própria: falar, brincar, mexer um dedinho do pé e muitas outras coisas. Já as ações involuntárias são aquelas que fazemos sem saber, como a respiração e o bater do nosso coração. Isso tudo é obra do trabalho incessante do nosso cérebro!
Ele funciona como uma grande empresa, onde os trabalhadores são as células nervosas, ou neurônios. Essas células processam todas as informações para que o cérebro trabalhe direitinho! Ao contrário da maioria das células de corpo, que morrem e são substituídas por outras, os neurônios não se regeneram: quando morrem, não aparece ninguém para ocupar o seu lugar!
Existem cerca de 100 bilhões dessas "operárias" em 1,4 quilo de massa orgânica (esse é o peso aproximado do cérebro de um adulto!): isso equivale a 2% do peso do corpo. Achou pouco? Pois saiba que, em compensação, o exigente cérebro consome 25% de todo o oxigênio utilizado pelo nosso organismo!
O cérebro é dividido em três partes:
- O córtex é a parte externa, que todos chamam de massa cinzenta (ela é cinza mesmo). Ele é o responsável pela nossa capacidade de pensar e de interpretar as informações enviadas pelos nossos cinco sentidos.
- No interior do cérebro fica a massa branca. Lá existe uma complexa rede de comunicações: quando você quer fazer qualquer coisa, é a rede de neurônios da massa branca que transmite as informações para que sua vontade seja realizada (a uma velocidade de até 400 km/h!).
- O cerebelo fica na parte de trás do cérebro. Ele é o responsável pela nossa coordenação e equilíbrio.
Ou seja, sem ele seríamos uma gelatina ambulante!

Neurônios morrem?


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Até que idade crescemos?




O crescimento dos ossos começa com o nascimento e vai até mais ou menos 20 anos. Porém, o esqueleto não é o único a se modificar. Na adolescência, todo o corpo muda: é a puberdade. Quando ficamos adultos, o corpo não cresce mais.
Por que perdemos os dentes de leite?




Desde o nascimento, as raízes dos dentes de leite e dos dentes definitivos estão dentro das gengivas. Os dentes de leite nascem entre os 6 meses e os 2 anos de idade. Perto dos 6 anos, as raízes dos dentes definitivos se desenvolvem e os dentes de leite caem para dar lugar a eles.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Qual é a função das impressões digitais no corpo humano? É verdade que não existem duas iguais?

Impressões digitais são linhas salientes nas pontas dos dedos que têm apenas uma finalidade fisiológica: apreensão. Se elas não existissem, a pele seria lisa e não teríamos a aderência necessária para segurar objetos sem que escorregassem. São formadas no sexto mês de vida uterina e só se descaracterizam com múltiplas cicatrizes ou depois da morte. Existem quatro tipos básicos de linhas: arco, presilha interna, presilha externa e verticilo – e com base nelas foram observados os desenhos formados e as linhas receberam letras e números simbólicos. Com essas informações, verificou-se que os dedos de uma pessoa não são iguais, assim como nunca serão idênticos aos de outra. Por esse motivo, diz-se que as impressões digitais são melhores que a análise de DNA como sistema de identificação. Afinal, gêmeos univitelinos têm o mesmo DNA mas impressões digitais diferentes.

Como se faz papel reciclado?

O processo é simples, pode ser feito em casa e dá futuro a um material que poderia ir para os aterros.


Fazer papel reciclado é bem simples e há processos caseiros e industriais para isso. Os dois, no fundo, são bem parecidos. A diferença, claro, está no maquinário utilizado nas fábricas.




Em casa, o papel a ser reciclado deve ficar mergulhado em água por cerca de 24 horas. Depois, a massa resultante tem que ser batida no liquidificador. O líquido é despejado em uma bacia. Para dar formato ao papel, é preciso mergulhar uma tela de arame (parecida com aquelas antimosquito) dentro da bacia. Espalhe a massa nesse molde com a ajuda de uma colher. Vire a tela em um pedaço de pano para que o papel molhado seque. Depois que as folhas secarem a sombra, o papel está pronto.



O processo industrial segue mais ou menos os mesmos passos, porém tudo com a ajuda de máquinas para a fabricação de papel. E, nesse caso, não há diferença entre fazer um papel reciclado ou um papel novo. O reciclado costuma ser mais caro para o consumidor final, porque envolve um processo a mais que é a recolha do papel pelas cooperativas de catadores, a separação por diferentes tipos - jornal, papelão, papel branco escrito, revista e outros - e sua venda para as respectivas fábricas. “A partir daí, o trabalho para obtenção do papel é o mesmo para o reciclado e o branco. Todo papel é marrom, por causa da cor da massa de celulose. O branco, portanto, passa por um processo químico de clareamento”, explica Andrea Barbour, do Instituto Recicle.



Esse processo de branqueamento do papel pode ser altamente prejudicial para a natureza. "É um processo que resulta em resíduos químicos que, se não tiverem uma destinação correta, são altamente poluentes para o meio ambiente", diz Andrea.



O papel reciclado, reconhecível principalmente por ser mais escurinho, também poderia passar pelo branqueamento. “Atualmente, no Brasil, o papel reciclado não fica branco, pois é uma forma de diferenciá-lo e fazer com que as pessoas saibam logo que ele é reciclado e a importância desse processo para o meio ambiente. Em outros lugares do mundo já há opções desse papel na cor branca”, afirma a especialista.



Há também no mercado a oferta de papéis brancos com o selo FSC, uma certificação de manejo florestal que atesta que aquele produto é oriundo de árvores replantadas e não da derrubada de florestas nativas. “Ele é uma garantia de que não se devastou para fazer papel, mas a opção pelo reciclado, quando possível, ainda é melhor, pois prolonga a vida de um material que poderia ir parar nos aterros”, defende Andrea.